domingo, 5 de outubro de 2008

Responsabilidade Social E Espiritual

Ao contrário do que muitos pensam, a paz da nossa cidade não é uma questão puramente política. Temos responsabilidade, como cidadãos, de fazer a nossa parte para que haja paz e, como filhos de Deus, de orar pelo local onde Ele nos colocou.
Hoje, dia de eleições municipais, é uma ocasião propícia para refletir sobre isso...
Um abraço e uma semana abençoada na presença dAquele que dá a paz verdadeira e que é sempre presente!

sábado, 4 de outubro de 2008

Mãos De Deus

"Eu guardei muitas coisas em minhas mãos, e perdi todas;
mas todas que coloquei nas mãos de Deus, essas eu ainda possuo."
(Martin Luther King, Jr.)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Voto Não Tem Preço; Tem Conseqüências

Não. Este não é mais um texto político-partidário dos muitos que, como eu, você deve ter recebido durante esse período pré-eleições municipais.
Não venho pedir voto nem expor meus temores eleitorais. Mas gostaria de propor uma reflexão. Uma reflexão isenta de cor partidária, embora cada um possa ter suas preferências. Aliás, essa é uma das maiores prerrogativas de uma democracia.
A reflexão que venho propor é a de uma avaliação pessoal, como cristão, diante da importante decisão que se aproxima no nosso país.
Tenho visto muitos discursos enfáticos e apaixonados, defendendo candidatos, ideologias, linhas políticas. Mas poucas ou - no máximo - tímidas mensagens abordando a urgência de uma real busca de discernimento vindo de Deus e não procedente de análises de manuais ou programas partidários.
Pensando em contribuir para essa reflexão, encaminho abaixo um texto do pr. Josué Salgado, de setembro de 2002 (publicado, à época, uma semana antes do 1º turno das eleições estaduais e presidencial), mas que continua valendo para agora e como postura contínua de cidadãos transformados pela salvação que há em Cristo e que entendem a necessidade de amar a Pátria de uma maneira mais objetiva e menos demagógica.
Orar pelo seu país, pelo seu estado e pela sua cidade não é atitude piegas ou desconectada dos deveres de um cristão; antes, é uma atitude de amor e, acima de tudo, de obediência. Se queremos paz para o nosso país, devemos orar por isso. Mas orar por esses motivos implica agir também; participar; sair do saleiro; iluminar fora da igreja; polemizar menos e buscar mais o equilíbrio; ser promotor da paz e não participante de uma turba que prega discórdia e revanchismo.
Se nunca pensou nisso ou orou sobre essas coisas, o convite está feito. Não faça do seu voto uma decisão particular, baseada em experiências pessoais ou em suposições alardeadas na mídia ou em conversas na esquina. Como diz o título do texto abaixo, "voto tem conseqüências". Compartilhe esse momento com Deus e peça orientação e discernimento a Ele. Coloque-se como instrumento para cumprir a vontade de Deus também nessa área. Jesus quer ser Senhor de toda a sua vida, inclusive dos seus atos políticos.


"Voto não tem preço;tem conseqüências" (*)
Pr. Josué Mello Salgado

Consta que o presidente norte-americano Richard Nixon afirmou que a "maioria silenciosa" estava a favor dos bombardeios e da matança de populações civis na guerra do Vietnã. A multidão silenciosa era composta por aqueles que preferiam alijar-se do processo decisório, para não se comprometerem. Quando somos indiferentes à nossa responsabilidade, na participação política, podemos com o voto branco ou nulo ajudar a que o mal seja perpetuado e verdadeiras atrocidades sejam praticadas em nosso nome. A nossa participação será usada ou manipulada.
A Bíblia nos alerta sobre a omissão, chamando-a de pecado: "Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz comete pecado" (Tiago 4:17). Com isso está desautorizada biblicamente a omissão política!
Como povo de Deus somos, entretanto, não apenas chamados à participação, mas também à participação de qualidade. Por isso que devemos votar, mas votar com consciência. O voto do cristão há que ser o voto ético pautado na ética do voto!
Se "política é a conjugação das ações de indivíduos e grupos humanos, dirigindo-as a um fim comum", então devemos entender que o nosso voto não deve visar resolver problemas ou atender interesses individuais, à parte dos interesses e necessidades dos demais integrantes da sociedade. Votar em um candidato porque resolve o meu problema pessoal, embora seja ele um político que não atenda às necessidades do bem comum, é demonstrar não compreender ainda o sentido de política, como se referindo à vida na polis, ou seja, à vida em comum.
Por outro lado não merece o nosso voto, candidato que demonstre também não compreender esse sentido basilar da política como voltada ao bem comum. Não podemos propiciar com o nosso voto (ou a falta dele), ocasião para que os maus políticos se perpetuem no poder. Não merece o nosso voto quem usa da mentira, da improbidade, da corrupção e do desrespeito aos mais fundamentais direitos da pessoa humana na prática de mandato público.
O nosso voto não tem preço; mas certamente tem profundas conseqüências para a nossa vida pessoal e, sobretudo, da sociedade em que vivemos e que desejamos deixar de herança para as gerações futuras.

Pr. Josué Mello Salgado é titular da Igreja Memorial Batista de Brasília
O texto foi publicado no boletim dominical de 29/09/2002
(*) expressão extraída do horário eleitoral gratuito - autor desconhecido

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Flores!

Flores. Muitas flores!
Quero-as todas. De todas as cores.
Das nobres às plebéias
Rosas, lírios, azaléias!
E as que quero mais, um buquê amplo,
São as que prefiro: as do campo...
As silvestres, as campestres
As que crescem em ciprestes.
O que importa se há espinhos,
Pétalas, às vezes, em desalinho?
Nada disso tira o encanto
De ter flores por todos os cantos.
Quero-as perto dos meus olhos
Em profusão, aos molhos,
Enfeitando e perfumando a vida,
Que de flores vem desprovida
Desde que inventaram a moda
Que as de plástico são mais duráveis,
Mais perfeitas, até laváveis,
E que enfeitam por mais tempo, com cor,
A vida dos que há tempos não cheiram uma flor.
Não. Não quero flor de plástico;
De perfil perfeito, mas sem viço, estático.
Quero as vivas e enquanto eu viva for.
Não as quero quando eu não mais aqui estiver.
Quando eu morrer, não quero nem uma flor,
Nenhuma sequer...
Dêem-me flores agora, enquanto eu as puder cheirar,
Seus encantos perceber e sua beleza apreciar.
Depois... Bem, depois... continuem mandando flores
Para outra menina qualquer
Que tenha por elas os mesmos amores
Que tive, tenho e terei enquanto vida eu tiver.

(Nane - 29/03/2007)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Escolhas

"Somos exatamente quem decidimos ser. Foi assim que Deus nos fez, com o livre arbítrio.
Se fôssemos somente vítimas das circunstâncias, Deus seria tremendamente injusto. Mas temos o poder da escolha. Duas pessoas sob as mesmas circunstâncias podem fazer escolhas diferentes: uma para o bem, a outra para a sua própria destruição. Tudo depende de nossas escolhas, de nossa atitude."
Trecho do livro Marcadas pela Diferença
Autor: Janette Oke
A certeza de um direcionamento seguro diante das mais diversas e adversas circunstâncias, Deus garante. Porém, é nosso papel aceitar o Seu comando. Jamais desfrutaremos plenamente a bênção de andar segundo a vontade de Deus se considerarmos o livre arbítrio a nossa maior riqueza.